sexta-feira, 15 de junho de 2012

ESCOLA FADA AZUL: Teatro Joga lixo no lixo

ESCOLA FADA AZUL: Teatro Joga lixo no lixo: A professora Leticia e Alessandra da classe do Jardim I (integral) desenvolveram  com seus alunos um trabalho sobre reciclagem. A partir des...

ESCOLA FADA AZUL: Trabalho com Cantos

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terça-feira, 8 de maio de 2012

Para Além do Cuidar: A ESCRITA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Para Além do Cuidar: A ESCRITA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Roda de conversa


A prática de se organizar em roda para conversar traz inúmeros significados. A expressão por meio da linguagem oral de sentimentos, ideias, valores estão presentes em todas elas. Mas, não podemos afirmar que tenham  as mesmas finalidades e aprendizagens.
Cada uma carrega características e peculiaridades, e é importante que o professor saiba diferenciá-las para que possa fazer a melhor escolha na hora de planejar.

È muito comum reunir as crianças para informar sobre algo que está acontecendo na escola e que todos precisam saber principalmente em período de festa. A informação pode levar a pesquisa, a reflexão e ao conhecimento. Mas, pode ser meramente informação.

Em algumas situações se faz necessário conversar com as crianças, sobre o como fazer algo; o passo-a-passo de uma atividade(instruir). Este momento também é importante se queremos garantir o produto final. Um bom exemplo prático é quando realizamos atividades de culinária e mostramos as crianças o modo de fazer.
As crianças acompanham o professor executando e em outras vezes participa fazendo segundo a instrução recebida. O mesmo acontece quando reunimos a turma para demonstrar ou ensinar as regras de um jogo.
Observem que a participação das crianças nestes dois casos acima apresentados é muito mais como ouvinte e a fala apenas para esclarecimento de dúvidas. A fala do professor é uma característica bastante presente, pois, é ele quem disponibiliza as informações e instruções. As crianças têm um papel maior como ouvinte ou de realizador.

Já as conversas informais são comuns na rotina e contribuem para estabelecer afetividade no grupo, oferecendo importantes elementos e informações para que o professor possa conhecer melhor a sua turma e planejar novas situações a partir das necessidades e interesses das crianças. Permite a livre expressão sem o compromisso sistemático de avançar, esmiuçar e chegar ao conhecimento mais elaborado. Neste momento a participação das crianças falando é maior e professor tem  importante papel de ouvinte atento e de mediador  para que todos possam falar. A conversa fica mais solta é muito comum as crianças falarem sobre assuntos diversos.

O momento da conversa que se destina a investigação, entendemos investigação como busca, pesquisa, indagação com a finalidade de saber algo ou de saber melhor algo, não é comum no cotidiano escolar.
Este momento contribui para que as crianças sejam capazes de construir conhecimentos importantes para o seu desenvolvimento. Estimular para que aprendam a observar, perguntar, levantar hipóteses, imaginar, pensar e buscar comprovação é possível na educação infantil.
O professor tem dificuldade em saber como mediar uma conversa investigativa para que a num esforço conjunto possam esclarecer, esmiuçar com maior profundidade ideias e conceitos sobre algo.


Pofessora Angela
EMEI Danton Castilho
Com os pequeninos o tempo de concentração para a conversa é menor, mas não impede que o professor ajude, provoque e estimule as crianças a pesarem além do que elas já sabem.
Mediar uma roda de conversa é uma habilidade importante e que precisa ser aprendida pelo professor. Quanto mais ele planejar, organizar e fizer de tal prática,  maior habilidade terá para ajudar as crianças no momento da conversa.

Professora Ana Cristina
EMEI Danton Castilho
Reconhecendo que nossa intervenção pedagógica exerce nas crianças profundas e importantes aprendizagens há de se ter cuidado especial no ato de PLANEJAR. Com qual propósito organizamos o momento da conversa com as crianças?

Professora Mercia
EMEI Danton Castilho

Convido você leitor a retomar questões importantes no artigo anterior em que tratamos sobre: O que o professor precisa saber para garantir situações que rendem boas conversas http://migre.me/1TjiT

Apresentamos a seguir uma roda de conversa realizada com crianças de cinco anos. Agradecemos a professora e as crianças por permitirem a filmagem e disponibilizarem o material para que possa ser objeto de análise e reflexão.
 Antes do vídeo:Contextualizando
A roda de conversa (em vídeo) é parte do projeto que tem como título: Belezas do Brasil.
Em um  dos momentos do projeto as crianças colocaram que o futebol é motivo de orgulho para o povo brasileiro. Sabendo que as questões culturais influenciam nas necessidades e vontades do que conversar não foi surpresa que este assunto fosse apresentado pela turma, já que estávamos na época da copa do mundo. A professora achou o assunto pertinente ao projeto e aproveitou o interesse das crianças ampliar novos conhecimentos. 

Professora:  Genilda Viana ( EMEI RUMI OIKAWA)
Objetivos:
• Saber o que as crianças compreenderam das informações apresentadas durante o projeto.
• Conhecer mais sobre o que elas pensam sobre o assunto.
• Avançar por aproximações sucessivas em novos conhecimentos a respeito de copa do mundo e futebol.
Oportunizar um momento de conversa sobre um assunto que é de interesse das crianças.


 

BOAS PERGUNTAS PARA REFLETIR SOBRE A PRÁTICA E PROCESSOS

1.Quais os ganhos dessa atividade oferecida às crianças?

2.O que as crianças já sabem sobre esse assunto?

3.O que ainda podem aprender?

4.O que elas aprenderam?

5.Quais os encaminhamentos para as crianças que têm maior dificuldade?

6.Como provocar desafios cada vez mais pertinentes?

7.A atividade planejada está de acordo com os objetivos propostos pela professora?

8.Qual a importância do professor saber as possibilidades de boas conversas sobre o assunto?

9.Como foi a participação das crianças?

10. Como foi a participação e intervenção da professora?

11.O que a professora já sabe sobre está prática?

12.Em que ela ainda ( a professora) pode avançar sobre esta prática?

Délia Lerner afirma que não existem práticas perfeitas, mas sabemos que utilizar os bons modelos da própria unidade ou de outro local como instrumento de reflexão pode ser um caminho interessante quando o grupo está disposto a pensar sobre a prática a luz das teorias.
Ressalto  que experiência apresentada não tem a finalidade de se constituir como modelo a ser seguido, mas, sim o objetivo de análise e estudo. Diante dele, discute-se a natureza dos encaminhamentos presentes na situação didática, estabelecem-se relações com prática possibilitando o encorajamento para a iniciativa a partir dos bons “resultados” que foram observados.

Para saber mais:

http://migre.me/1Tj8v  Linguagem oral...  

http://migre.me/1Tjf9  Roda de conversa:Para que serve?

http://migre.me/1TjpF  Literatura e a criança

http://migre.me/1TnhQ  Ler para ser, sonhar, aprender...e apenas ler.

Agradecimentos:

Ricardo Vasconcelos (ATEII da EMEI RUMI) pela edição do vídeo.

Vilma Francisca da Silva pela coordenação o projeto: Belezas do Brasil -2010.

Nilza Floripes Menezes Coordenadora da EMEI Danton Castilho por disponiblizar: o texto boas perguntas para refletir sobre a prática e processo e as professoras pelas fotos de atividades de roda de conversa.
RODA DE CONVERSA
http://paraalmdocuidar-educaoinfantil.blogspot.com/feeds/1165687398777118422/com...

terça-feira, 17 de abril de 2012

MACHISMO
Como combater o machismo na escola
Meninos jogando bola, meninas empurrando carrinhos de boneca. Como a escola pode reproduzir os estereótipos que podem prejudicar as mulheres no futuro
17/04/2012 14:38
Texto Paulo de Camargo
Claudia
Foto: SXC
Foto: O machismo é um desafio que toda a sociedade precisa encarar
O machismo é um desafio que toda a sociedade precisa encarar

São cenas tão banais que parecem não ter nada de errado. Na hora do recreio, a professora conduz os meninos para a quadra de esportes, onde disputam uma partida de futebol. As meninas, em outro ambiente, fazem maquiagem, brincam de mamãe e filhinha.

Na escola, crianças aprendem a reproduzir comportamentos de uma sociedade sexista. Assimilam que garotas são mais hábeis para as atividades domésticas e meninos devem partir para a briga. No futuro, caso a distorção não seja corrigida, as mulheres continuarão a atuar em um mercado de trabalho desigual, subordinadas aos homens e ganhando menos.

O machismo em números
Pais, educadores e alunos aceitam tudo com normalidade, como indica uma pesquisa extensa encomendada pelo Ministério da Educação (MEC) e divulgada em 2010. Ela aponta que, na escola, o preconceito de gênero manifesta-se com mais força do que todos os outros, inclusive de cor e opção sexual.

O estudo, produzido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da Universidade de São Paulo (Fipe-USP), revelou que cerca de 20% dos alunos passaram por situações ou presenciaram cenas em que alguma menina foi humilhada pelo simples fato de ser menina.

No ensino médio, quase metade dos 15 mil alunos ouvidos pelos pesquisadores afirmou que certos trabalhos só podem ser realizados por homens. Para 52,6% dos entrevistados (além dos estudantes, pais, professores e funcionários), lavar a louça e cuidar das crianças são tarefas que cabem somente à mulher. Com base no resultado da pesquisa, o MEC ampliou os cursos sobre gênero e orientação sexual oferecidos regularmente aos professores da rede pública.

Veja algumas dicas para evitar o machismo no ambiente escolar.
Para ler, clique nos itens abaixo:

A escola deve dar o exemplo
Contratação de homens na educação infantil
Incentivar discussões sobre gênero
Tudo começa em casa

quinta-feira, 5 de abril de 2012

ARNALDO JABOUR

RELACIONAMENTOS
Sempre acho que namoro, casamento, romance tem começo, meio e fim. Como tudo na vida.
Detesto quando escuto aquela conversa:
- 'Ah,terminei o namoro...
- 'Nossa,quanto tempo?'
... - 'Cinco anos... Mas não deu certo...acabou'
- É não deu...?
Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou.
E o bom da vida é que você pode ter vários amores.
Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam.
Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro?
E não temos esta coisa completa.
Às vezes ele é fiel, mas não é bom de cama.
Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel.
Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador.
Às vezes ela é malhada, mas não é sensível.
Tudo nós não temos.
Perceba qual o aspecto que é mais importante e invista nele.
Pele é um bicho traiçoeiro.
Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico; que é uma delícia.
E as vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona...
Acho que o beijo é importante...e se o beijo bate... se joga... se não bate...mais um Martini, por favor... e vá dar uma volta.
Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra.
O outro tem o direito de não te querer.
Não lute, não ligue, não dê pití.
Se a pessoa tá com dúvida, problema dela, cabe a você esperar ou não.
Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.
O ser humano não é absoluto. Ele titubeia, tem dúvidas e medos mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta.
Nada de drama.
Que graça tem alguém do seu lado sob chantagem, gravidez, dinheiro, recessão de família?
O legal é alguém que está com você por você.
E vice versa.
Não fique com alguém por dó também.
Ou por medo da solidão.
Nascemos sós. Morremos sós. Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado.
E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento.
Tem gente que pula de um romance para o outro.
Que medo é este de se ver só, na sua própria compania?
Gostar dói.
Você muitas vezes vai ter raiva, ciúmes, ódio, frustração. Faz parte.
Você namora um outro ser, um outro mundo e um outro universo
E nem sempre as coisas saem como você quer...
A pior coisa é gente que tem medo de se envolver.
Se alguém vier com este papo, corra, afinal, você não é terapeuta.
Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível.
Na vida e no amor, não temos garantias.
E nem todo sexo bom é para namorar
Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar.
Nem todo beijo é para romancear.
Nem todo sexo bom é para descartar. Ou se apaixonar. Ou se culpar.
Enfim...quem disse que ser adulto é fácil?
FATO !
De: Pensamentos;

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Solidariedade

SOLIDARIEDADE
4 dicas para estimular a solidariedade dos filhos
É preciso ensinar em casa e também na escola o quanto é importante ajudar o próximo

04/04/2012 11:04
Texto Ana Lúcia Neiva e Ana Carolina Carvalho
Maxima
Foto: SXC
Foto: Para que o seu filho se torne um cidadão do bem, daqueles que auxiliam alguém a atravessar a rua, ele precisa ser motivado desde a infância
Para que o seu filho se torne um cidadão do bem, daqueles que auxiliam alguém a atravessar a rua, ele precisa ser motivado desde a infância

"A gratidão de quem recebe um benefício é sempre menor que o prazer daquele que o faz", já dizia sabiamente o escritor Machado de Assis no conto Almas Agradecidas, na Série Bom Livro (Ed. Ática). Estudos mostram que após a pessoa promover uma atitude solidária, o cérebro libera a substância endorfina, provocando sensação de felicidade.

De norte a sul do país são inúmeros os projetos criados por professores visando ao bem-estar do próximo. "Pesquisas recentes revelam a importância de valores como a solidariedade serem trabalhados nas escolas e o quanto é essencial para as crianças praticá-los desde pequeninas", diz Luciene Tognetta, coordenadora do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Moral da Universidade Estadual Paulista (Unesp).

Segundo a educadora, o conceito de solidariedade nas escolas é construído por meio do convívio social, dia após dia, pois é no cotidiano que as crianças desenvolvem as virtudes. "Por exemplo, quando há conflito entre dois alunos, o professor deve promover o diálogo entre eles: ao se expressarem e dizerem o que os incomoda eles aprendem a olhar o outro com generosidade", explica Luciene.

Mas a família também tem papel fundamental na construção desse caráter. "É preciso que a criança sinta a união de pais e irmãos e os vejam praticando a solidariedade entre eles mesmos", comenta o psicoterapeuta e educador Leo Fraiman (SP). Fisiologicamente, fazer o bem é muito saudável: estudo realizado pela Universidade de Harvard (EUA), com cerca de 2700 pessoas, apontou que ser solidário e praticar algum trabalho voluntário é benéfico ao coração e ao sistema imunológico, além de aumentar a expectativa de vida.

Muito trabalho a fazer

Apesar de muitos brasileiros serem solidários e não medirem esforços para ajudar o próximo, ainda estamos caminhando muito devagar nesse sentido. Uma pesquisa recente realizada pela Charities Aid Foundation (instituição de caridade do Reino Unido) e o Instituto Gallup, em 153 países do mundo, avaliou que o Brasil ocupa a 76ª posição no ranking mundial de caridade. Somos menos solidários que a média da população mundial! Os países mais altruístas são Austrália, Nova Zelândia, Canadá, Irlanda e Suíça. Está aí um bom motivo para desenvolvermos a solidariedade desde a infância.

Veja como incentivar a solidariedade do seu filho:
Para ler, clique nos itens abaixo:

Ensine a compartilhar
Encoraje as iniciativas solidárias
Não trabalhe pela criança
Evite comparações
Se você tem um filho solidário e o outro não, respeite o jeito de agir de cada um e trabalhe para mudar o cenário. Observe com atenção o cotidiano da criança menos solidária e, ao perceber qualquer atitude generosa dela, elogie e a faça entender que aquilo é solidariedade. Mostre o quanto a outra parte ficou feliz e o bem-estar que ela própria acabou sentindo. Incentive-a a agir mais assim.

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Educação sem exagero

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Teste: você está acertando como mãe?

terça-feira, 3 de abril de 2012

Papel da família

Educar para Crescer
Qual é o papel da família e da escola na educação sexual e no combate à homofobia? Leia a entrevista com a sexóloga do programa Altas Horas Laura Muller: http://migre.me/8x29E

Educação Sexual - Educar para Crescer
educarparacrescer.abril.com.br
Laura Muller, a sexóloga que esclarece as dúvidas dos jovens no Altas Horas, fala sobre a importância da educação sexual
O Vencedor é sempre parte da resposta. O Perdedor é sempre parte do problema.
O Vencedor sempre tem uma solução. O Perdedor sempre tem uma desculpa.
O Vencedor diz: “Deixe-me fazer para você”. O Perdedor diz: “Não é minha obrigação”.
O Vencedor tem uma resposta para cada problema. O Perdedor vê problema em cada resposta.
O Vencedor sempre vê um oásis de esperança em cada deserto. O Perdedor vê armadilhas em um oásis.
O Vencedor diz: “Pode ser difícil, mas é possível”. O Perdedor diz: “Pode ser possível, mas é muito difícil”.

DEEP MEDITATION MUSIC | Expand Your Consciousness !!!
www.youtube.com
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sábado, 31 de março de 2012

Significado dos nomes

http://www.facebook.com/VastoMundo/app_169230903194079



Vilma Lúcia = Vitória

Origem do meu nome: Germânico

Tudo o que preciso saber na vida, aprendi no jardim da infância!

1. Dividir as coisas
2. Jogar limpo
3. Não bater nos outros
4. Colocar as coisas de volta onde encontrou
5. Limpar a própria bagunça
6. Pedir desculpas quando magoou alguém
7. Leite e biscoitos fazem bem à saúde
8. Tirar uma soneca toda tarde
9. Olhar para os dois lados e dar as mãos para atravessar a rua
10. Viva uma vida balanceada: aprenda, pense, desenhe, pinte, cante, dance, brinque, e se dedique!

(por Robert Fulghum)

Na infância, definimos o que seremos pelo resto da vida.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Andizagem
Aproveitamento-escolar
Suar pela nota 10

ATIVIDADES
Quem disse que não se aprende brincando? Pesquisadores afirmam que quanto mais atividade a criança pratica, melhor seu desempenho nas provas

29/03/2012 16:24
Texto Caroline Randmer
Saude
Foto: SXC
Foto: As atividades infantis devem ser diárias e incentivar o movimento
As atividades infantis devem ser diárias e incentivar o movimento

Uma revisão de 14 estudos, realizada pela VU University, em Amsterdã, na Holanda, associou a prática de exercício físico à melhora das notas dos pequenos. A conclusão, publicada na revista científica Archives of Pediatric and Adolescent Medicine, é que quanto mais eles se mexem, melhor a performance nas aulas, sobretudo nas de matemática e interpretação de texto.

Ao chacoalhar o corpo, a criança aumenta a circulação de sangue no cérebro, melhorando a oxigenação das células envolvidas no aprendizado e na atenção. "Aí, a informação é assimilada de maneira mais rápida", esclarece o pediatra Marcelo Reibscheid, do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo. Além disso, os esportes estimulam a compreensão de regras em diferentes ambientes e situações.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Para refletir

Um antropólogo estudava os usos e costumes de uma tribo na África, e porque ele ...estava sempre rodeado pelas crianças da tribo, decidiu fazer algo divertido entre elas; Conseguiu uma boa porção de doces na cidade e colocou todos os doces dentro de um cesto decorado com fita e outros adereços, e depois deixou o cesto debaixo de uma árvore.

Aí ele chamou as crianças e combinou a brincadeira, que quando ele dissesse “já”, elas deveriam correr até aquela árvore e o primeiro que agarrasse o cesto, seria o vencedor e teria o direito de comer todos os doces sozinho.

As crianças se posicionaram em linha, esperando pelo sinal combinado.

Quando ele disse “Já!”, imediatamente todas as crianças se deram as mãos e saíram correndo juntas em direção do cesto. Todas elas chegaram juntas e começaram a dividir os doces, e sentadas no chão, comeram felizes.

O antropólogo foi ao encontro delas e indignado perguntou por que elas tinham ido todas juntas, quando só uma poderia ter tido o cesto inteiro.

Foi ai que elas responderam: - “UBUNTU!!!” “Como um só de nós poderia ficar feliz se todas as outras estivessem tristes?“

UBUNTU significa: - “EU SOU, PORQUE NÓS SOMOS!”



Às vezes a gente pensa que vem pra África pra ensinar a eles, quando na verdade a gente tem muito do que aprender com eles.



“Alegrai-vos com os que se alegram, e chorai com os que choram. Tende o mesmo sentimento uns para com os outros; em lugar de serdes orgulhosos, condescendei com o que é humilde; não sejais sábio aos seus próprios olhos.” (Romanos 12:15.16)

A educação é o templo da educação.

http://migre.me/8rR5X

Consumismo infantil

Pais e mães bloggeiros criam movimento contra consumismo na infância

Um coletivo de pais, mães e cidadãos inconformados com o tipo de comunicação publicitária dirigida às nossas crianças criou um movimento no facebook para divulgar e fortalecer a causa.

Este movimento nasceu da indignação dos participantes do Grupo de Discussão Consumismo e Publicidade Infantil depois do lançamento da Campanha Somos Todos Responsáveis da ABAP.

Essa campanha mostrou-se parcial, na medida em que defende a autorregulamentação e o "bom senso" dos anunciantes como únicos controladores da publicidade infantil.

Assim, do contrário que se espera, a campanha da ABAP responsabiliza unicamente os pais quanto à proteção das crianças diante dos estímulos abusivos das propagandas ao consumismo.

Em contrapartida, defendemos que, para cumprir nossa responsabilidade de educar nossos filhos para a cidadania e a sustentabilidade, precisamos do apoio efetivo do Estado e da responsabilização efetiva das empresas privadas, dos veículos de comunicação e das agências de publicidade.

Diante do excesso de propagandas e do conteúdo manipulatório que se apresenta diariamente na mídia direcionada às crianças, nós pais e mães não aceitamos assumir esta responsabilidade sozinhos.

A campanha Somos Todos Responsáveis argumenta que a parte dos publicitários e anunciantes está sendo feita com consciência e responsabilidade. Portanto, se o consumismo infantil tem sido motivo de alarme, a culpa é dos pais que não controlam direito o que seus filhos assistem ou como eles compram.

Os publicitários também defendem que as coisas permaneçam como estão e tentam evitar novas regras para o setor. Somos pais e mães conscientes e presentes e não aceitamos que atribuam a nós a responsabilidade pela forte influência da publicidade na formação de nossas crianças.

Este espaço abre um canal de diálogo verdadeiro com toda a sociedade na tentativa de encontrarmos um novo formato, diferente do atual, e incompatível com o modelo de autorregulamentação vigente.

A publicidade infantil é danosa às crianças quando as pressiona a desejar cada vez mais bens de consumo, associando-os a um discurso enganoso, de alegria, felicidade e status social. Além de trazer sofrimento às crianças que não podem obter esses bens devido à falta de recursos financeiros, essa pressão não pode ser devidamente elaborada pelos pequenos, cujo senso crítico ainda está em desenvolvimento.

O marqueteiro, que estudou vários anos, em geral fez curso superior, é um especialista em psicologia infantil, estuda os hábitos, conhece profundamente os desejos e aspirações de seu público alvo. Todo esse conhecimento tem como propósito derrubar as barreiras, filtros e principalmente a consciência crítica que define critérios para a compra de produtos.

O que importa ao marqueteiro é obter o resultado esperado pelo anunciante: vender mais para mais gente. Do outro lado está a criança, geralmente solitária, indefesa, porque ainda não aprendeu as manhas do mundo adulto e acredita no que lhe é dito e mostrado. A disputa é covarde.

Além de tudo isso, estamos diante de um novo fato: pela primeira vez na história humana, se questiona a forma como estamos consumindo o planeta Terra. As crianças de hoje serão responsáveis pelo planeta de amanhã. Mas ao invés de serem educados para se tornar cidadãos conscientes, eles estão sendo formados consumidores desde a mais tenra idade.

O excesso de propagandas e o conteúdo manipulatório delas dificulta uma educação cidadã e sustentável, a qual todos desejamos.

Existem diversas políticas diferentes no mundo quando o assunto é publicidade e infância. Vamos falar aqui sobre a abordagem de outros países. Acompanhe e participe dos debates.

Quando alguém denuncia uma publicidade abusiva, o Conar avalia se a queixa é pertinente para só então sugerir mudanças ou tirá-la do ar. Isso pode levar algum tempo. Até lá, o comercial continua sendo transmitido. O Conar até hoje deu parecer sobre 7500 anúncios. Num universo de centenas de milhares de comerciais, muita coisa acaba passando despercebida e atinge nossos filhos. Além disso, os anunciantes patrocinam programas de baixo nível ou canais infantis com intervalos comerciais acima do permitido.

Depois de analisarmos todas as opções teremos mais clareza sobre o que queremos da regulamentação brasileira. Acompanhe a postagem sobre o Brasil ideal.

Para garantirmos a proteção das crianças brasileiras contra o consumismo e a publicidade predatória:
a) Queremos mais espaços de diálogo direto de pais e familiares com os governos e as agências reguladoras de publicidade infantil no que diz respeito à elaboração das regras regulatórias;
b) Queremos regras mais claras que evitem a entrada da publicidade em espaços que são das crianças, por excelência, como escolas e consultórios de pediatria;
c) Queremos que os governos brasileiros participem ativamente dos debates internacionais acerca do tema e tragam para nossa experiência o que for relevante; e
d) Queremos o fomento a mais pesquisas na área da educação e mídias que incluam também os pais como atores fundamentais nessa relação.

Autorregulamentação é um mecanismo de autodisciplina por meio do qual um setor da sociedade, através de seus representantes, concorda em estabelecer um conjunto de regras a fim de garantir a qualidade, segurança e responsabilidade no que diz respeito a seus serviços e produtos. No caso da Publicidade, os publicitários e os veículos de comunicação, representados por suas associações, são os responsáveis por legislar e aplicar a lei em toda a publicidade brasileira. Eles se autorregulam e, claro, diante dos interesses envolvidos, a eficácia dessa regulamentação deixa muito a desejar em termos de fiscalização, cumprimento e penalização das possíveis infracões.

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Mais detalhes

terça-feira, 27 de março de 2012

http://educarparacrescer.abril.com.br/leitura/nova-antologia-poetica-401761.shtml