terça-feira, 17 de abril de 2012

MACHISMO
Como combater o machismo na escola
Meninos jogando bola, meninas empurrando carrinhos de boneca. Como a escola pode reproduzir os estereótipos que podem prejudicar as mulheres no futuro
17/04/2012 14:38
Texto Paulo de Camargo
Claudia
Foto: SXC
Foto: O machismo é um desafio que toda a sociedade precisa encarar
O machismo é um desafio que toda a sociedade precisa encarar

São cenas tão banais que parecem não ter nada de errado. Na hora do recreio, a professora conduz os meninos para a quadra de esportes, onde disputam uma partida de futebol. As meninas, em outro ambiente, fazem maquiagem, brincam de mamãe e filhinha.

Na escola, crianças aprendem a reproduzir comportamentos de uma sociedade sexista. Assimilam que garotas são mais hábeis para as atividades domésticas e meninos devem partir para a briga. No futuro, caso a distorção não seja corrigida, as mulheres continuarão a atuar em um mercado de trabalho desigual, subordinadas aos homens e ganhando menos.

O machismo em números
Pais, educadores e alunos aceitam tudo com normalidade, como indica uma pesquisa extensa encomendada pelo Ministério da Educação (MEC) e divulgada em 2010. Ela aponta que, na escola, o preconceito de gênero manifesta-se com mais força do que todos os outros, inclusive de cor e opção sexual.

O estudo, produzido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da Universidade de São Paulo (Fipe-USP), revelou que cerca de 20% dos alunos passaram por situações ou presenciaram cenas em que alguma menina foi humilhada pelo simples fato de ser menina.

No ensino médio, quase metade dos 15 mil alunos ouvidos pelos pesquisadores afirmou que certos trabalhos só podem ser realizados por homens. Para 52,6% dos entrevistados (além dos estudantes, pais, professores e funcionários), lavar a louça e cuidar das crianças são tarefas que cabem somente à mulher. Com base no resultado da pesquisa, o MEC ampliou os cursos sobre gênero e orientação sexual oferecidos regularmente aos professores da rede pública.

Veja algumas dicas para evitar o machismo no ambiente escolar.
Para ler, clique nos itens abaixo:

A escola deve dar o exemplo
Contratação de homens na educação infantil
Incentivar discussões sobre gênero
Tudo começa em casa

quinta-feira, 5 de abril de 2012

ARNALDO JABOUR

RELACIONAMENTOS
Sempre acho que namoro, casamento, romance tem começo, meio e fim. Como tudo na vida.
Detesto quando escuto aquela conversa:
- 'Ah,terminei o namoro...
- 'Nossa,quanto tempo?'
... - 'Cinco anos... Mas não deu certo...acabou'
- É não deu...?
Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou.
E o bom da vida é que você pode ter vários amores.
Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam.
Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro?
E não temos esta coisa completa.
Às vezes ele é fiel, mas não é bom de cama.
Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel.
Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador.
Às vezes ela é malhada, mas não é sensível.
Tudo nós não temos.
Perceba qual o aspecto que é mais importante e invista nele.
Pele é um bicho traiçoeiro.
Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico; que é uma delícia.
E as vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona...
Acho que o beijo é importante...e se o beijo bate... se joga... se não bate...mais um Martini, por favor... e vá dar uma volta.
Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra.
O outro tem o direito de não te querer.
Não lute, não ligue, não dê pití.
Se a pessoa tá com dúvida, problema dela, cabe a você esperar ou não.
Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.
O ser humano não é absoluto. Ele titubeia, tem dúvidas e medos mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta.
Nada de drama.
Que graça tem alguém do seu lado sob chantagem, gravidez, dinheiro, recessão de família?
O legal é alguém que está com você por você.
E vice versa.
Não fique com alguém por dó também.
Ou por medo da solidão.
Nascemos sós. Morremos sós. Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado.
E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento.
Tem gente que pula de um romance para o outro.
Que medo é este de se ver só, na sua própria compania?
Gostar dói.
Você muitas vezes vai ter raiva, ciúmes, ódio, frustração. Faz parte.
Você namora um outro ser, um outro mundo e um outro universo
E nem sempre as coisas saem como você quer...
A pior coisa é gente que tem medo de se envolver.
Se alguém vier com este papo, corra, afinal, você não é terapeuta.
Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível.
Na vida e no amor, não temos garantias.
E nem todo sexo bom é para namorar
Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar.
Nem todo beijo é para romancear.
Nem todo sexo bom é para descartar. Ou se apaixonar. Ou se culpar.
Enfim...quem disse que ser adulto é fácil?
FATO !
De: Pensamentos;

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Solidariedade

SOLIDARIEDADE
4 dicas para estimular a solidariedade dos filhos
É preciso ensinar em casa e também na escola o quanto é importante ajudar o próximo

04/04/2012 11:04
Texto Ana Lúcia Neiva e Ana Carolina Carvalho
Maxima
Foto: SXC
Foto: Para que o seu filho se torne um cidadão do bem, daqueles que auxiliam alguém a atravessar a rua, ele precisa ser motivado desde a infância
Para que o seu filho se torne um cidadão do bem, daqueles que auxiliam alguém a atravessar a rua, ele precisa ser motivado desde a infância

"A gratidão de quem recebe um benefício é sempre menor que o prazer daquele que o faz", já dizia sabiamente o escritor Machado de Assis no conto Almas Agradecidas, na Série Bom Livro (Ed. Ática). Estudos mostram que após a pessoa promover uma atitude solidária, o cérebro libera a substância endorfina, provocando sensação de felicidade.

De norte a sul do país são inúmeros os projetos criados por professores visando ao bem-estar do próximo. "Pesquisas recentes revelam a importância de valores como a solidariedade serem trabalhados nas escolas e o quanto é essencial para as crianças praticá-los desde pequeninas", diz Luciene Tognetta, coordenadora do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Moral da Universidade Estadual Paulista (Unesp).

Segundo a educadora, o conceito de solidariedade nas escolas é construído por meio do convívio social, dia após dia, pois é no cotidiano que as crianças desenvolvem as virtudes. "Por exemplo, quando há conflito entre dois alunos, o professor deve promover o diálogo entre eles: ao se expressarem e dizerem o que os incomoda eles aprendem a olhar o outro com generosidade", explica Luciene.

Mas a família também tem papel fundamental na construção desse caráter. "É preciso que a criança sinta a união de pais e irmãos e os vejam praticando a solidariedade entre eles mesmos", comenta o psicoterapeuta e educador Leo Fraiman (SP). Fisiologicamente, fazer o bem é muito saudável: estudo realizado pela Universidade de Harvard (EUA), com cerca de 2700 pessoas, apontou que ser solidário e praticar algum trabalho voluntário é benéfico ao coração e ao sistema imunológico, além de aumentar a expectativa de vida.

Muito trabalho a fazer

Apesar de muitos brasileiros serem solidários e não medirem esforços para ajudar o próximo, ainda estamos caminhando muito devagar nesse sentido. Uma pesquisa recente realizada pela Charities Aid Foundation (instituição de caridade do Reino Unido) e o Instituto Gallup, em 153 países do mundo, avaliou que o Brasil ocupa a 76ª posição no ranking mundial de caridade. Somos menos solidários que a média da população mundial! Os países mais altruístas são Austrália, Nova Zelândia, Canadá, Irlanda e Suíça. Está aí um bom motivo para desenvolvermos a solidariedade desde a infância.

Veja como incentivar a solidariedade do seu filho:
Para ler, clique nos itens abaixo:

Ensine a compartilhar
Encoraje as iniciativas solidárias
Não trabalhe pela criança
Evite comparações
Se você tem um filho solidário e o outro não, respeite o jeito de agir de cada um e trabalhe para mudar o cenário. Observe com atenção o cotidiano da criança menos solidária e, ao perceber qualquer atitude generosa dela, elogie e a faça entender que aquilo é solidariedade. Mostre o quanto a outra parte ficou feliz e o bem-estar que ela própria acabou sentindo. Incentive-a a agir mais assim.

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Teste: você está acertando como mãe?

terça-feira, 3 de abril de 2012

Papel da família

Educar para Crescer
Qual é o papel da família e da escola na educação sexual e no combate à homofobia? Leia a entrevista com a sexóloga do programa Altas Horas Laura Muller: http://migre.me/8x29E

Educação Sexual - Educar para Crescer
educarparacrescer.abril.com.br
Laura Muller, a sexóloga que esclarece as dúvidas dos jovens no Altas Horas, fala sobre a importância da educação sexual
O Vencedor é sempre parte da resposta. O Perdedor é sempre parte do problema.
O Vencedor sempre tem uma solução. O Perdedor sempre tem uma desculpa.
O Vencedor diz: “Deixe-me fazer para você”. O Perdedor diz: “Não é minha obrigação”.
O Vencedor tem uma resposta para cada problema. O Perdedor vê problema em cada resposta.
O Vencedor sempre vê um oásis de esperança em cada deserto. O Perdedor vê armadilhas em um oásis.
O Vencedor diz: “Pode ser difícil, mas é possível”. O Perdedor diz: “Pode ser possível, mas é muito difícil”.

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